Governança de TI começa com perguntas simples: quais ativos existem, quem tem acesso, quais sistemas são críticos, como os backups funcionam e quais riscos precisam ser tratados. Sem essas respostas, qualquer projeto de inovação fica frágil. Em autarquias profissionais, a tecnologia sustenta atividades administrativas, atendimento, fiscalização, comunicação, transparência e serviços digitais. Por isso, a TI não pode ser vista apenas como suporte operacional. Ela precisa participar da estratégia institucional. Organização vem antes da sofisticação. Inventário, documentação, políticas de acesso, rotinas de backup, atualização de sistemas, contratos bem acompanhados e indicadores básicos já representam avanços importantes. A governança de TI não precisa começar complexa. Ela precisa começar realista, contínua e adequada ao tamanho da instituição.
Governança de TI em autarquias profissionais: organização antes da sofisticação
